“A Rafaela fez um teste na categoria de cima mas não se adaptou bem e voltou ao seu peso original. Uma decisão que se mostrou acertada. A comissão técnica acompanhou a situação e adaptou o planejamento à essa mudança”, disse Ney Wilson, gestor técnico de alto rendimento.
No masculino, todas as categorias tem, pelo menos, uma vaga em aberto. Eric Takabatake (60kg), Marcelo Contini (73kg), Mauro Moura (81kg), Hugo Pessanha (100kg) e Daniel Hernandes (+100kg) não conseguiram entrar na zona de classificação olímpica e terão que lutar para se manter na equipe. No médio, serão duas vagas já que Eduardo Santos e Eduardo Bettoni Silva não estão entre os 22 primeiros colocados de sua categoria. Leandro Cunha, titular do Brasil nos Jogos de Londres no meio leve e um dos três nomes na zona de investimento da categoria, decidiu subir de peso e vai disputar uma vaga entre os leves.
“É um novo grande desafio na minha carreira. Foram três ciclos olímpicos no meio leve e muitas conquistas, incluindo as duas pratas mundiais e uma participação em Jogos Olímpicos. A expectativa para a nova categoria é muito boa e espero conquistar mais medalhas no 73kg”, disse Leandro Cunha.
No feminino, são duas vagas a serem preenchidas em seis das sete categorias. A exceção fica por conta do peso leve que conta com a campeã mundial Rafaela Silva, atual líder do ranking mundial, e a medalhista olímpica Ketleyn Quadros, dispensadas da Seletiva. No meio pesado, que só teve duas atletas em 2013 – Mayra Aguiar e Samanta Soares –, a comissão técnica decidiu trabalhar também com três atletas. Entre os nomes que vão tentar se manter na seleção estão, além da própria Samanta, Gabriela Chibana (48kg), Nathália Brigida (48kg), Eleudis Valentim (52kg), Raquel Silva (52kg), Juliene Aryecha (57kg), Flávia Gomes (57kg), Katherine Campos (63kg), Mariana Silva (63kg), Nádia Merli (70kg), Bárbara Timo (70kg), Rochele Nunes (+78kg) e Claudirene Cezar (+78kg).
“Em 2013, tivemos a confirmação de alguns nomes jovens como Charles Chibana e Victor Penalber no masculino, tivemos o título mundial da Rafaela e a prata por Equipes no feminino. Esses resultados, mostram que o trabalho de oxigenação da seleção está dando resultados. Quanto mais nomes rodados, com bagagem em competições de alto nível, com mais “casca”, melhor para o judô brasileiro. A Seletiva tem esse objetivo”, disse Ney Wilson.
Autor: Assessoria de Imprensa
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