Um dos pilares do sucesso da
Confederação Brasileira de Judô é o diálogo entre os diversos atores envolvidos
no cenário da modalidade. No Grand Prix Nacional Interclubes, a comissão
técnica da equipe principal dá mais um exemplo isso. O técnico da seleção principal
feminina Mário Tsutsui está aproveitando o tempo livre entre as competições
para dialogar, mesmo que de maneira informal, com os seus companheiros que
comandam os sete clubes presentes no certame.
“A troca de informações é sempre importante. O Brasil é uma país muito grande e nessas ocasiões aproveitamos para saber uma pouco mais sobre os clubes, quais são os problemas e, de repente, como podemos ajudar para continuarmos evoluindo tecnicamente”, disse.
A competição está colocando frente a frente grandes nomes do judô brasileiro como Ketleyn Quadros, Érika Miranda, Rafaela Silva, Eleudis Valentim, Flávia Gomes, Nádia Merli, Maria Suelen Altheman, Katherine Campos, Mariana Barros, Claudirene Cezar, Maria Portela e Rochele Nunes, todas integrantes da equipe principal. Mas também tem novos nomes como Tamires Crude e Tamires Silva.
“O judô feminino brasileiro tem uma identidade própria. É preciso estar observando essas meninas, os clubes que estão investindo nelas. Até bem pouco eram dois ou três. Hoje vemos equipes de vários estados como São Paulo, Rio, Minas e Goiás representadas no GP e muitas outras espalhadas pelo país. Eu me sinto na obrigação de prestigiar esse trabalho”, comentou.
Trabalho esse que merece elogios do técnico da seleção. Especialmente no que se trata aos treinadores dos clubes. Tsutsui acredita que eles tiveram papel fundamental nessa evolução do judô feminino.
“Os técnicos que estão aqui no Grand Prix são experientes, gabaritados e que vem trabalhando muito tempo com o judô feminino. A gente vê a evolução, o crescimento do nível das atletas. Isso é muito gratificante porque a gente vê que as meninas caminharam e estão fazendo o seu papel. Hoje o judô feminino não fica mais na sombra do masculino”, concluiu Mário.
Outro técnico de seleção que acompanhou os combates foi Douglas Potrich, da equipe masculina sub 18.
“Mesmo não tendo atletas do masculino, é importante estar participando do Grand Prix e ajudar a observar o desempenho das judocas da base que estão competindo”, disse.
O Grand Prix Nacional Inteclubes termina neste domingo, 24 de novembro, com a disputa de medalhas a partir das duas e meia da tarde. O SporTV transmite.
“A troca de informações é sempre importante. O Brasil é uma país muito grande e nessas ocasiões aproveitamos para saber uma pouco mais sobre os clubes, quais são os problemas e, de repente, como podemos ajudar para continuarmos evoluindo tecnicamente”, disse.
A competição está colocando frente a frente grandes nomes do judô brasileiro como Ketleyn Quadros, Érika Miranda, Rafaela Silva, Eleudis Valentim, Flávia Gomes, Nádia Merli, Maria Suelen Altheman, Katherine Campos, Mariana Barros, Claudirene Cezar, Maria Portela e Rochele Nunes, todas integrantes da equipe principal. Mas também tem novos nomes como Tamires Crude e Tamires Silva.
“O judô feminino brasileiro tem uma identidade própria. É preciso estar observando essas meninas, os clubes que estão investindo nelas. Até bem pouco eram dois ou três. Hoje vemos equipes de vários estados como São Paulo, Rio, Minas e Goiás representadas no GP e muitas outras espalhadas pelo país. Eu me sinto na obrigação de prestigiar esse trabalho”, comentou.
Trabalho esse que merece elogios do técnico da seleção. Especialmente no que se trata aos treinadores dos clubes. Tsutsui acredita que eles tiveram papel fundamental nessa evolução do judô feminino.
“Os técnicos que estão aqui no Grand Prix são experientes, gabaritados e que vem trabalhando muito tempo com o judô feminino. A gente vê a evolução, o crescimento do nível das atletas. Isso é muito gratificante porque a gente vê que as meninas caminharam e estão fazendo o seu papel. Hoje o judô feminino não fica mais na sombra do masculino”, concluiu Mário.
Outro técnico de seleção que acompanhou os combates foi Douglas Potrich, da equipe masculina sub 18.
“Mesmo não tendo atletas do masculino, é importante estar participando do Grand Prix e ajudar a observar o desempenho das judocas da base que estão competindo”, disse.
O Grand Prix Nacional Inteclubes termina neste domingo, 24 de novembro, com a disputa de medalhas a partir das duas e meia da tarde. O SporTV transmite.
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